Fernando Ribeiro, meu hobby na arte

12 — 28 nov 2015 na Galeria Mônica Filgueiras em São Paulo, Brasil

Fernando Ribeiro, McLaren/ Bruce McLaren, 2015. Técnica – acrílica s/ papel algodão. Dimensão -72cm X 69cm
Fernando Ribeiro, McLaren/ Bruce McLaren, 2015. Técnica – acrílica s/ papel algodão. Dimensão -72cm X 69cm
30 OUT 2015

Em sua nova individual, o artista percorre a história do esporte, apresentando uma série inédita de pinturas realistas que reproduzem modelos de carros icônicos.

A Galeria Mônica Filgueiras expõe Meu Hobby na Arte, do artista plástico Fernando Ribeiro, com curadoria de Marcello Hirsch e Felipe Giaffone. Autointitulado um “piloto frustrado”, o artista recria nas telas alguns modelos de carros que gostaria de ter pilotado, utilizando a mesma técnica de outros trabalhos para buscar resultados inéditos.

Em uma tentativa de unir a arte que domina com uma paixão pessoal, Fernando Ribeiro apresenta sua nova série de pinturas, as quais abordam o universo automobilístico. Pintados em tinta acrílica sobre papel algodão, alguns modelos icônicos de carros são reproduzidos nas obras inéditas do artista. “Busquei colocar minha visão nas tonalidades, mas mantive a base das cores, ressalvando o critério iconográfico de cada modelo de carro”, comenta. Neste sentido, citando alguns dos trabalhos que perfazem a mostra, Fernando recria a famosa McLaren de Ayrton Senna, que tinha como patrocinadora uma grande marca de cigarros; o Porsche esportivo que carregava a logomarca do famoso vermute italiano; o lendário modelo de corridas Elf-Tyrrell, entre muitos outros.

Em Meu Hobby na Arte, Fernando Ribeiro constrói uma relação cronológica e histórica com o automobilismo, por meio de suas pinturas realistas, e fala sobre uma paixão que nunca havia sido abordada em sua obra. Imagens tradicionais, familiares principalmente aos aficionados pelo tema, porém impressas com a visão do artista, “(...) em ângulos distorcidos, grandes oculares de minha ótica”, como define o próprio.

Fernando Ribeiro Artista plástico paulistano. Atua como artista visual e produtor cultural com importantes trabalhos como Nelson Leirner no Instituto Tomie Ohtake (2004), “Vestidas de Branco” no Museu da Vale (2008). Como artista visual possui inúmeras participações em mostras como as individuais: Verdadeiro ou Falso...O Papel do Artista- Galeria Monica Filgueiras (2012), Eu Vejo, Tu Olhas...Ele Déjà Vu – CCBNB Fortaleza –CE (2010); e as participações em coletivas como: "O Negro no Futebol Brasileiro - A arte e os artistas”- Museu Afro Brasil- São Paulo- SP (2014), 30+1 Coletiva- Bolsa de Arte – Porto Alegre – RS, dentre outras.